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28 de março de 2010

SUGESTÃO DE REFERENCIA BIBLIOGRÁFICA : QUAL É O SEU TEMA?

Fiz uma pesquisa de referência bibliográfica ligada a área educacional. Este material pode ajudar muitos estudantes de pedagogia e de pós-graduação a encontrar uma indicação de livro sobre o tema que esta pesquisando, lendo ou estudando. As referências que seguem abaixo, não esgotam a temática. Estarei sempre atualizando esta lista temática, colocando autores e pesquisadores sobre os temas. Percebo que este material também vai facilitar meu trabalho como orientador, como professor dos cursos de pedagogia, nas consultorias, e nos trabalhos de formação continuada de professores que realizo, visto que sempre tem pessoas pedindo-me uma indicação bibliográfica, seja para leitura ou para a elaboração de um projeto de pesquisa, artigo ou monografia.





INDICAÇÃO DE SITES PARA PESQUISA.




http://www.pedagogiaemfoco.pro.br/

Site com artigos e textos voltados para a educação. Neste site tem uma frase muito interesante para os alunos, ou melhor para todos nós " Não copie integralmente trabalhos. Use-os apenas como fonte de referência para suas pesquisas! Mudar o mundo depende de todos nós; inclusive você. Vale se esforçar. Pensa aí. Segundo o autor do site José Luis de Paiva Bello o site é uma tentativa de apresentar um modelo de hipertexto. O objetivo principal do site é que sirva de uma Enciclopédia Pedagógica, facilitando consultas na área da Educação.


http://www.portalseer.ufba.br/

Este potal utiliza o Sistema Eletrônico de Editoração de Revistas que é um software desenvolvido para a construçao e gestão de uma publicação periódica eletrônica. Esta ferramenta contempla ações essenciais à automação das atividades de editoração de periódicos científicos. Tem muitos textos de vários departamentos da UFBA ( UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA).


http://www.revistadafaeeba.uneb.br/


Publicação semestral temática que analisa e discute assuntos de interesse educacional, científico e cultural. Os pontos de vista apresentados são da exclusiva responsabilidade de seus autores. Site da revista da Faculdade de Educação da UNEB ( UNIVERSIDADE DO ESATDO DA BAHIA)apresenta diversos textos científicos, de professores da UNEB e de outras instituições e principalmente dos professores do Mestrado em Educação e Contemporaneidade.


http://www.mec.gov.br/

Para os pesquisadores na área educacional, o site do MEC - Ministério da Educação, oferece diversos textos e informações sobre a Legislação educacional Brasileira e sobre os principais projetos e programas do ministério além de disponibilizar todas as PUBLICAÇÕES e documentos oficiais.


Segue a lista de Temas e Referência Bibliográfica:


  • EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS
  • AVALIAÇÃO ESCOLAR
  • EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS
  • FORMAÇÃO E QUALIFICAÇÃO DOCENTE
  • LITERATURA INFANTIL
  • LUDICIDADE/JOGOS E BRINCADEIRAS
  • ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO
  • EVASÃO E O INSUCESSO ESCOLAR
  • POLÍTICAS EDUCATIVAS
  • TECNOLOGIAS EDUCATIVAS
  • EDUCAÇÃO ESPECIAL
  • INDISCIPLINA E VIOLÊNCIA ESCOLAR
  • EDUCAÇÃO DO CAMPO / RURAL / CLASSESMULTISSERIADAS
  • ORIENTAÇÃO SEXUAL/ EDUCAÇÃO SEXUAL

EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS



MASAGÃO, Vera Maria Ribeiro. Educação de Jovens e Adultos: novos leitores, novas leituras.
Campinas: Ação Educativa, 2001.

PAIVA, Vanilda. História da Educação Popular no Brasil: educação popular e educação de adultos. 6.ed. São Paulo: Loyola, 2003.

FREIRE, P. Pedagogia do oprimido. 44. ed. RJ: Paz e Terra, 1996.

KLEIN, Lígia Regina. Alfabetização de jovens e adultos: questões e proposta para a prática pedagógica na perspectiva histórica. 4. ed.Brasília: Universa, 2003.

FREIRE, P. Professora sim, tia não-Cartas a quem ousa ensinar. SP: Cortez, 1995.

AVALIAÇÃO


Estrela, M.T. ( ...), Avaliação da Formação de Professores: Algumas Notas Críticas, in Estrela, A.; Rodrigues, P. (org.), (1995), Para uma Fundamentação da Avaliação em Educação, Lisboa, Edições Colibri.
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Estrela, M.T.; Veiga Simão, A.M. (1998), Algumas Reflexões sobre Práticas de Avaliação do Ensino e dos Docentes a partir da Informação Recolhida no Projecto Evalue. Comunicação apresentada no Semínário Internacional "Avaliação da Universidade. Problemáticas e Metodologias". Évora, a publicar nas Actas.
Figari, G. (1996), Avaliar: Que Referencial? Porto. Porto Editora.
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Lesne, M. (1977,1984), Trabalho pedagógico e formação de adultos. Lisboa. FCG.
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FORMAÇÃO E QUALIFICAÇÃO DOCENTE


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Pretensão
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Formosinho, J.(1985), Modelos de Formação de Professores" e "Da formação inicial à formação contínua"- Comunicações do encontro "Ensino Superior e Formação de Professores", Univ. Aveiro.
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GEP (1986)- Sistemas de formação de professores: contributo para a sua análise. Lisboa. GEP.ME.
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Schon, D. (1988), Formar profesores como profissionais reflexivos, in, Nóvoa, A.(cood..), Os professores e a sua formação (1992), Lisboa. IIE-Dom Quixote..
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LITERATURA INFANTIL


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BILAC, Olavo & BONFIM,Manuel. Através do Brasil. Francisco Alves, RJ, 1948, 36ª ed.
BILAC, Olavo & NETTO, Coelho. Contos Pátrios. Francisco Alves, RJ, 1931, 27ª ed. (ilustrado por Vasco Lima)
BUSCH, Wilhelm. Juca e Chico. História de Dois Meninos em Sete Travessuras. (tradução: Olavo Bilac) 11ª edição. São Paulo: Melhoramentos, s/d.
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ESTÉS, Clarissa Pinkola. O dom da história: uma fabula sobre o que é suficiente. Rio de Janeiro: Rocco, 1998.
MIRANDA, Simão de. Do fascínio do jogo à alegria do aprender nas séries inicias. São Paulo: Papirus, 2001.



LUDICIDADE/JOGOS E BRINCADEIRAS



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ABERASTURY, Arminda, Psicanálise da Criança: teoria e técnica, Porto Alegre, Artes Médicas, 1992.
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ARIÉS, Philippe, História social da criança e da família, Rio de Janeiro, Editora Guanabara, 1981.
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ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO



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26 de março de 2010

LIÇÕES DO ÁRBITRO COLLINA

Iniciei um encontro de formação com um grupo de coordenadores pedagógicos, utilizando o texto abaixo do consultor Luis Martins, as palavras grifadas dentro do texto, foram acrescentadas por mim, para articular o texto com a educação. Texto de Luis Martins com minhas adaptações.

LIÇÕES DO ÁRBITRO COLLINA


Ainda embevecido pelo Penta, não consigo parar de tirar lições da Copa do Mundo que é o maior evento esportivo do mundo. Uma das mais interessantes lições que tirei foi o comportamento do árbitro Collina que apitou a final da Copa. E que lições tirei? Foram várias. Se não, veja:

Ele é considerado o melhor árbitro que o mundo já teve;

Ele é “duro”, “rígido”, mas, principalmente, “justo” – segundo todas as crônicas especializadas;

Ele dificilmente erra – conhece as regras como ninguém;

Ele é simpático, sorridente... Vai até o jogador machucado e o ajuda a levantar-se. Sorri o tempo todo;

Sempre mostra o “apito” – símbolo de sua autoridade – ao jogador reclamão, mostrando que quem manda no campo é ele – o juiz;

Ele é feio...


E as lições?

1. A primeira lição é a de que ninguém pode ser considerado bom e excelente se não conhecer o que faz.(QUAL A FUNÇÃO DO COORDENADOR PEDAGÓGICO?) Assim, o conhecimento, o saber, é fundamental. Collina não engana, não se faz de bom. Ele é bom! Ele conhece profundamente as regras e como aplicá-las;


2. Dificilmente erra porque acompanha o jogo de perto. Está onde estão as jogadas (NA ESCOLA, NA SALA DE AULA) E NÃO NA SECRETARIA DE EDUCAÇÃO). Tem preparo físico para isso. É presente. É atuante no local onde as coisas realmente ocorrem ( NO DIA-A-DIA DO PROFESSOR);



3. Ele é “duro” no cumprimento do seu dever. Não transige. Não brinca em serviço. Mas é, principalmente, “justo”. E essa é a sua principal qualidade. Mostrando o apito ao jogador que reclama ele mostra a sua autoridade em campo e coloca o jogador no seu devido lugar( ARTICULA SABERES, ORIENTA, MEDIA CONHECIMENTOS, ESCUTA ANGUSTIAS E QUESTIONAMENTOS);


4. E tudo isso com simpatia, sorriso, alegria, educação e cortesia! O que significa que para ser um dirigente ( COORDENADOR PEDAGÓGICO) competente e respeitado ninguém precisa ser grosso, mal educado. Quando ele vai até o jogador caído e o ajuda a levantar-se ele está mostrando que toda a sua autoridade não se compromete com a ajuda, com o auxílio, com a polidez. Pelo contrário. A sua autoridade e respeito aumentam com esses comportamentos elevados;

5. Me perdoe o próprio Collina, mas ele é feio de colocar medo em lobisomem. Careca, olhos esbugalhados. O que nos ensina que para ser líder, respeitado, ninguém precisa ser “bonito”. A sua falta de beleza é compensada milhares de vezes pela sua competência, pelo respeito, por tudo o que representa na sua profissão.

Agora pense em tudo isso e traga para nossa realidade como gente simples, PROFESSORES, COORDENADORES E DIRETORES PODEM ATUAR DE FORMA MELHOR. Pense nisso tudo para SUA ESCOLA, nossa organização e até nossa família. Temos esses atributos de sucesso que deram ao grande Collina o respeito do mundo inteiro? Somos competentes, disciplinados, comprometidos, polidos? Não é mesmo uma lição?

PARA COORDENAR UMA ESCOLA OU UM GRUPO DE PESSOAS PRECISAMOS SABER LIDAR COM A DIVERSIDADE, E ALÉM DISSO PRECISAMOS APRENDER A TRABALHAR EM EQUIPE.


"Uma equipe vencedora vencedora equilibra egos, ensaia com afinco as habilidades de cada colaborador, treina intensivamente o reconhecimento, incentiva uns aos outros com firmeza, zela pela satisfação e pela paz e, finalmente aposta no respeito e na transparência". GILBERTO WIESEL



O texto original encontra-se em:

http://psicologiaacupuntura.spaces.live.com/blog/cns!89DA7F81A0D18881!815.entry

10 de março de 2010

Projeto de Pesquisa Aprovado no Mestrado da UNEB

Este foi o meu Projeto de Pesquisa que passei na segunda fase do Mestrado em Educação na UNEB em 2009. Devido a estrutura do Blog, a formatação saiu das regras da ABNT. Pode utilizar da forma que desejar.

Leia também esta postagens que elaborei:  Orientações para Ingressar no Mestrado .


Em 2012 fui aprovado no Mestrado em Educação como aluno regular e a minha pesquisa, resultou neste livro.


TITULO:

SABERES RECONTEXTUALIZADOS E RESSIGNIFICADOS NA AUTO-FORMAÇÃO DO PROFISSIONAL DOCENTE: A BUSCA PELA QUALIFICAÇÃO NA CONTEMPORANEIDADE




O Livro Docência nas águas: Diversidade Cultural, Maritimidade e Travessias na Ilha de Itaparica. O Livro é uma obra, que discute como ocorre a docência em meio a maritimidade e a diversidade cultural que circunda a Ilha de Itaparica. O livro apresenta também um breve recorte histórico da Ilha de Itaparica, do Município de Vera Cruz, e da trajetória do autor como “docente das águas”, termo que o mesmo utiliza ao referir-se ao desenvolvimento da docência no contexto da Maritimidade. Inspirado pelo romance Mar Morto de Jorge Amado, nas histórias de Guma, Lívia e da professora Dulce, personagens de Jorge Amado, o autor apresenta a cultura das águas de forma singular e poética através das narrativas de oito docentes que colaboraram na pesquisa.
 
 
O mar, a ilha, a docência e a escola vão se implicando e produzindo um cenário único e diverso, onde o fazer a educação se produz e traduz na ilha e no mar. A escola da ilha, desvela este lugar da maritimidade, das práticas sociais, culturais e simbólicas produzidas pelos sujeitos na relação com o mar. Assim, o mar flui no ensino, nas brincadeiras, no dia-a-dia dos alunos e alunas.
 
Acesse o Livro no site para compra-lo:



1. JUSTIFICATIVA

A formação continuada dos profissionais da educação é o mecanismo primordial no qual, são desencadeadas mudanças significativas na práxis educativa. Através dela, muitos docentes podem não apenas discutir temas e solucionar problemáticas, que implicam diretamente em sua atuação/formação, mas ressignificar suas concepções sobre a educação como um todo. Analisar e pesquisar sobre esta temática possibilita uma reflexão sobre quais saberes estão sendo incorporados pelos docentes através dos diversos cursos de formação, e como eles têm interferido na formação dos educadores.

Verifica-se que durante os últimos anos, muitos profissionais docentes têm optado pela qualificação e formação profissional, na tentativa de acompanhar o que prevê a Lei de Diretrizes e Basesda Educação, número 9394/96, sobre a formação profissional. Assegurado pela lei, os educadores têm caminhado na busca pela própria formação, fazendo cursos de pós-graduação, participando de palestras e entre outros. Mas, de que forma isto resulta em mudança?

No entanto, a formação continuada profissional não se faz antes da mudança de postura do docente, pois cada educador deve ser responsável por sua ação educativa, e esta mudança ocorre aos poucos, justamente durante o processo de reflexão dos saberes que vão sendo recontextualizados: o profissional da educação deve estar preparado para admitir que não domina todas as informações e saberes, que necessita de informação, de orientação, de aprender a aprender.

Esta postura, por si só, já é suficientemente instigadora e desafiadora para alavancar uma formação continuada que possibilite de fato, uma reflexão da prática com efeitos direto no exercício da ação docente. Compreende-se que tais mudanças não ocorrem somente pela incorporação de novos paradigmas de comportamentos da sociedade, mas é necessário, sobretudo, investigar suas motivações.





2. PROBLEMATIZAÇÃO

A formação continuada realizada de forma individualizada pelos profissionais, que buscam a auto-formação, fazendo cursos, oficinas, palestras dentre outras possibilidades, tem contribuído para aquisição de suporte teórico e prático para o desenvolvimento de habilidades e competências da profissão docente, proporcionando a ressignificação e a recontextualização das práticas e dos saberes destes profissionais para atuação como docentes na contemporaneidade?


3. OBJETIVO GERAL

Pesquisar e refletir sobre as múltiplas linguagens que constituem o universo da auto-formação continuada dos profissionais da educação, possibilitando conhecimentos teóricos e práticos dos principais cursos feitos pelos profissionais docentes, analisando os discursos que permeiam a construção da identidade do profissional.

3.1 Objetivos Específicos:
• Pesquisar sobre a relação teoria e prática voltadas para o fazer pedagógico na formação continuada de professores.
• Pesquisar e analisar a co-relação entre a auto-formação continuada e o discursos dos profissionais em relação à estas formações, buscando identificar os saberes ressignificados e resontextualizados.
• Entrevistar os profissionais da educação, analisando a importância dos cursos de formação continuada através dos discursos valorizando a historicidade profissional.




4. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA

Compreende-se a formação continuada do profissional docente, como o processo de formar em serviços os educadores, é o espaço de reflexão simultânea entre o que estou fazendo e como posso fazer esta mesma ação de uma forma melhor. A formação continuada é um ambiente onde os saberes e práticas vão sendo ressiginificados, reconstextualizados, e constituir-se um espaço de produção de novos conhecimentos, de troca de diferentes saberes, de repensar e refazer a prática do professor, da construção de novas competências docente.

A formação do professor precisa ser redimencionada, ou a escola corre o risco de entrar em um processo de esvaziamento de sua função social. O professor que antes não sentia necessidade de refletir sobre si mesmo – sobre seu saber, seu fazer e seu saber-fazer – agora precisa não só dessa reflexão, mas dessa reflexão no espaço coletivo. O professor que sai da sua formação inicial “pronto” para exercer sua função agora precisa cada vez mais do conhecimento. (LIMA, 2008, p 137)


VEIGA (2008) preconiza a necessidade da formação do educador, e salienta que é preciso compreender o papel da docência, propiciando uma profundidade cientifico - pedagógica que capacite o educador a enfrentar questões fundamentais da escola como instituição social, uma prática social que deve ser baseada na reflexão e crítica, que torna-se o centro de uma formação continuada que resultara em um aprendizagem significativa.

Outra característica básica da docência está ligada à inovação quando rompe com a forma conservadora de ensinar, aprender, pesquisar e avaliar, reconfigura saberes procurando superar as dicotomias entre conhecimento cientifico e senso comum, ciência e cultura, educação e trabalho, teoria e prática e etc. ( VEIGA, 2008, p 14)

Para NÓVOA (1997)

a formação de professores não se constrói por acumulação (de cursos, de conhecimentos ou de técnicas) mas, sim através de um trabalho de reflexividade crítica sobre as práticas de re(construção) permanente de uma identidade pessoal. Por isso é tão importante investir na pessoa e dar um estatuto ao saber da experiência” (NÓVOA 1997 p. 25)

PIMENTA (2005) afirma que o saber docente não é formado apenas da prática, sendo também nutrido pelas teorias da educação, pois dota os sujeitos de variados pontos de vista para uma ação contextualizada, e recontextualizada oferecendo perspectivas de análise para que os professores compreendam os diversos contextos vivenciados por eles no exercício da profissão.

O desejo de ser um profissional cada vez, mas competente, e a própria dinâmica do mercado de trabalho, levou o educador a buscar a sua própria formação. A auto-formação é um passo importante para qualquer profissional, onde o próprio docente busca sua qualificação, remete-se a aprender e a estudar para poder exercer melhor a pratica educativa. Nesta fase ocorre o período de transição entre o modelo aprendido e as receitas mais pragmáticas que envolvem o ambiente profissional:

O profissional mede a distância entre o que imaginava e o que está vivenciando, sem saber ainda que este desvio é normal, não tem relação com sua incompetência, nem com sua fragilidade pessoal, mas que está ligada à diferença que há entre a prática autônoma e tudo o que já conhecia. (PERRENOUD, 2002, p.18-19)

PERRENOUD (2002) salienta que para formar um profissional reflexivo é preciso acima de tudo formar um profissional capaz de dominar sua própria evolução, construindo competências e saberes mais ou menos profundos a partir de suas aquisições e de suas experiências. Nesta perspectiva de proporcionar o desenvolvimento de competências reflexivas, de ressignificação dos discursos e dos sabres, a auto- formação continuada apresenta-se como sendo uma condição imprescindível para o desenvolvimento da retextualização dos saberes adquiridos durante a formação inicial, mas também representa-se como um espaço de construção e reconstrução de novos conhecimentos e práticas pedagógicas, implicando em alterações na organização , nos conteúdos, nas estratégias, recursos, refletindo-se positivamente nas relações sociais estabelecidas entre equipes pedagógicas, docentes e alunos.

Os saberes profissionais são, pois, saberes da ação. Essa hipótese reforça a idéia de que os saberes profissionais são trabalhados e reconfigurados no contexto do próprio trabalho. Ou seja, é sobre as situações dilemáticas ou de conflitos que se remodelam os saberes com vistas ás respostas impostas no cotidiano.( D´ÁVILA, SONNEVILLE , 2008, p 23).


O docente em busca de uma formação e de novos saberes para a sua profissão, busca conhecer novas teorias, e este processo faz parte da construção profissional, mas não bastam, se estas não possibilitam ao professor relacioná-las com seu conhecimento prático construído no seu dia-a-dia, e possibilite uma reflexão da prática educativa (NÓVOA, 2002; PERRENOUD, 2000). Não faz mais sentido o profissional pensar que, ao terminar sua formação escolar, estará acabado e pronto para atuar na sua profissão. No processo de formação vivenciamos e trocamos experiências que vão colaborar para a nossa mediação na educação, como enfatiza FREIRE
Não posso entender os homens e as mulheres, a não ser mais do que simplesmente vivendo, histórico, cultural e socialmente existindo como seres fazedores dos seu caminho que, ao fazê-lo, se expõem ou se entregam aos ´caminhos` que estão fazendo e que assim os refazem também”. (FREIRE, 1999, p. 97)

O momento histórico e social, como são entendidos os conceitos de escola e de ensinar e aprender, dita as concepções dos professores e devem ser considerados para entendermos a Formação Continuada. TARDIF (2002) defende que o saber não se reduz, exclusiva ou principalmente, a processos mentais, cujo suporte é a atividade cognitiva dos indivíduos, mas é também um saber social que se manifesta nas relações complexas entre professores e alunos. Há que “situar o saber do professor na interface entre o individual e o social, entre o ator e o sistema, a fim de captar a sua natureza social e individual como um todo” (TARDIF, 2002, p.16).


















5. METODOLOGIA

O projeto será desenvolvido na Ilha de Itaparica, especificamente com docentes da Rede Municipal de Educação de Vera Cruz-BA, em 5 escolas do ensino fundamental, com 20 professores. Para esta pesquisa optou-se por realizar um estudo de caso qualitativo, que consistirá no levantamento de informações e estudo a respeito da auto-formação continuada dos profissionais da educação na Rede Municipal de Vera Cruz.

Serão observados aspectos referentes aos cursos de formação e os discursos e os saberes contextualizados nestes cursos, tomando como base a importância e necessidade destas formações. As fontes de coletas de dados utilizadas serão: entrevista; questionário fechados; visitação; história de vida; notas de campo; pesquisa bibliográfica.

Por pesquisa bibliográfica entende-se um apanhado geral sobre os principais trabalhos realizados, capazes de fornecer dados atuais e relevantes relacionados ao tema. Nesta pesquisa serão consultados autores com reconhecida contribuição no que se refere à temática da pesquisa, tais como COSTA, FREIRE, NÓVOA, PERRENOUD, PIMENTA, DEMO dentre outros.

Para a coleta de dados serão utilizadas as técnicas de entrevista, visitação e observação. A entrevista e a visitação, utilizadas como técnicas para coleta de dados, ao mesmo tempo em que valorizam a presença do investigador, também dão espaço para que o sujeito investigado tenha liberdade de participar e enriquecer a investigação.

Após a coleta dos dados, os mesmos serão classificados de forma sistemática através de seleção (exame minucioso dos dados), codificação (técnica operacional de categorização) e tabulação (disposição dos dados de forma a verificar as inter-relações). Esta classificação possibilita maior clareza e organização na última etapa desta pesquisa, que é a elaboração do texto da dissertação.

7. REFERÊNCIAS

Alves, N. (org.) Formação de professores: pensar e fazer. São Paulo: Cortez, 1992.


COSTA, Marisa C. Vorraber. Trabalho docente e profissionalismo. Porto Alegre: Sulina, 1995.
BERGER, P. L. e LÜCKMANN, T. A construção social da realidade - Tratado de sociologia do conhecimento. 12. ed. Petrópolis, RJ:Vozes, 1995.
BERMAN, M. Tudo que é Sólido Desmancha no Ar. A Aventura da Modernidade. 15 ed. São Paulo: Companhia das Letras, 1998.

BEHRENS, Marilda Aparecida. Formação Continuada dos Professores e a prática pedagógica. Curitiba: Champagnat, 1996.

BRANDÃO, Carlos R (org.). O educador: vida e morte. Escritos sobre uma espécie em perigo. Rio de Janeiro, Edições Graal, 5ª Edição, 1984.

D'Ávila, Cristina ; VEIGA, Ilma Passos . Profissão docente: novos sentidos, novas perspectivas. Campinas: Papirus, 2008.

DEMO, Pedro. Desafios modernos para a educação. Brasília: IPEA, 1991.


FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. 12 ed. São Paulo: Paz e Terra, 1999.

GALEANO, Eduardo.(Trad. Sergio Faraco). De pernas pro ar. A escola do mundo ao avesso. Porto Alegre: L&PM, 1999.


MORAIS, Regis (org.). Sala de Aula: Que espaço é esse? Campinas, SP: Papirus, 1986.


NÓVOA, A. (coord.). Os professores e a sua formação. Lisboa: Dom Quixote, 1992.

__________________. . (Org.). Vidas de professores. Porto: Editora Porto.2002.

PERRENOUD, Philippe. Práticas pedagógicas, profissão docente e formação: perspectivas sociológicas. Lisboa, Dom Quixote, 1993.

__________________. (1997) (Trad. Bruno C. Magne). Construir as competências desde a escola. Porto Alegre: Artes Médicas Sul LTDA, 1999.

__________________. (2002) (Patrícia C. Ramos). 10 novas competências para ensinar. Porto Alegre: Artes Médicas Sul LTDA, 2000.

PIMENTA, Selma Garrido. Formação de professores: identidade e saberes da docência. In: PIMENTA (Org.). Saberes pedagógicos e atividade docente. São Paulo: Cortez, 1999.

MORAIS, Regis (org.). Sala de Aula: Que espaço é esse? Campinas, SP: Papirus, 1986.

SILVA, Tomáz Tadeu da. Documentos de identidade: uma introdução às teorias do currículo. 2. ed. 7ª imp. Belo Horizonte, MG: Autêntica, 2004.
TARDIF, Maurice. Saberes docentes e formação profissional. Petrópolis, RJ: Vozes, 2002.
TARDIF, Maurice; LESSARD, Claude; LAHAYE, Louise. Os professores face ao saber – esboço de uma problemática do saber docente. Teoria & Educação, Porto Alegre, n. 4, 1991.
VEIGA, Ilma Passos Alencastro. Formação de Professores: Políticas e Debates. São Paulo: Papirus, 2002.

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